segunda-feira, 27 de abril de 2009

"são sempre muitas as palavras. são as que se dizem e as que se guardam em todos os silêncios, as que de repente não há, as que se estruturam e as que se desmoronam dentro de nós, as que nascem, as que morrem, as que respiram, as que sufocam, aquelas em que respiramos ou sufocamos um dia, também, as que se gritam, as que ferem, as que abraçam, as que procuram e desejam, as que afastam, as que agridem, as que se arrancam do peito em carne viva, sem sentidos, sem sonhos, sem nada, as que renascem aí, onde era impossível renascer. são importantes demais, as palavras. tão importantes, as palavras. não me esqueço. não me hei-de esquecer."

[Mafalda Veiga]

São tantas batalhas,É tão funda a dor.São tantos os medos,Calados por dentro.
Estilhaços de guerra,Sem luar nem vento,Cravados tão fundo,No peito.Sem ninguém que os arranque,Sem ninguém que estanque O mal que foi feito.Mas ainda me dói a alma
Na dor do corpo e das mãos Tenho medo deste frio Que à noite sinto no peito,
Como se andassem cavando,Como se andassem fechando Buracos de solidão.Hoje particularmente me sinto mais triste,um vazio no coração,de repente,so nada...eu tava bem pela manhã,mas o dia foi passando e bateu essa tristeza,vontade de chorar (pra falar a verdade já to chorando) tudo isso sem motivos aparentes..Tenho que arracancar de dentro de mim essa coisa que me faz mal,mas não sei como fazer... vo parar por aqui!vo fazer trabalhos...se der mais tarde eu continuo a escrever...

fechei!

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