terça-feira, 28 de setembro de 2010
Desde que eu voltei de sampa que minha vida ta esse inferno,principamente com quela mulher que se diz minha mae infernizando minha vida,pra variar domingo me aborreci na igreja tbm,por causa da palhaÇada do pastor de nao deixar usar calça,ter que ser só saia ou vestido,Deus esta preocupado com nosso coração e nao com a roupa que vestimos,mas isso e capitulo a parte..to de saco beem cheio de tanta coisa que nao vejo a hora de sumir,desaparecer e ninguem mais saber de mim..
terça-feira, 14 de setembro de 2010
Mantendo a calma e deixando o coração presente
Quem compreende o sentido da vida sabe que nada tem início e nada tem fim, e, portanto, não fica angustiado. Luta pelo que acredita sem tentar provar nada a ninguém, guardando a calma silenciosa de quem teve a coragem de escolher seu destino.
Isso vale para o amor e para a guerra.
Quem confia no seu poder de sedução, na capacidade de dizer as coisas na hora certa, no uso correto do corpo, fica surdo para “a voz do coração”. Esta só pode ser escutada quando estamos em perfeita sintonia com o mundo a nossa volta, e jamais quando nos julgamos o centro do universo.
Paulo Coelho
Isso vale para o amor e para a guerra.
Quem confia no seu poder de sedução, na capacidade de dizer as coisas na hora certa, no uso correto do corpo, fica surdo para “a voz do coração”. Esta só pode ser escutada quando estamos em perfeita sintonia com o mundo a nossa volta, e jamais quando nos julgamos o centro do universo.
Paulo Coelho
domingo, 12 de setembro de 2010
Ken Kasey e a nossa condição
dom, 12/09/10
por Paulo Coelho
“O que pensa da raça humana?”, pergunta uma amiga que acaba de se formar na universidade de sociologia.
“Penso que é curiosa – tão parecida e tão diferente! Somos capazes de trabalhar juntos, construir as pirâmides do Egito, a grande Muralha da China, as catedrais da Europa e os templos do Peru. Podemos compor músicas inesquecíveis, trabalhar em hospitais, criar novos programas de computador. Mas, em algum momento, tudo isto perde seu significado, e nos sentimos sós, como se fizéssemos parte de um outro mundo, diferente daquele que ajudamos a construir”.
“Às vezes, quando outros precisam de nossa ajuda, ficamos desesperados porque isto nos impede de aproveitar a vida. Outras vezes, quando ninguém precisa de nós, nos sentimos inúteis”.
“Mas somos assim. Somos seres humanos complexos. Para que se desesperar?”
por Paulo Coelho
“O que pensa da raça humana?”, pergunta uma amiga que acaba de se formar na universidade de sociologia.
“Penso que é curiosa – tão parecida e tão diferente! Somos capazes de trabalhar juntos, construir as pirâmides do Egito, a grande Muralha da China, as catedrais da Europa e os templos do Peru. Podemos compor músicas inesquecíveis, trabalhar em hospitais, criar novos programas de computador. Mas, em algum momento, tudo isto perde seu significado, e nos sentimos sós, como se fizéssemos parte de um outro mundo, diferente daquele que ajudamos a construir”.
“Às vezes, quando outros precisam de nossa ajuda, ficamos desesperados porque isto nos impede de aproveitar a vida. Outras vezes, quando ninguém precisa de nós, nos sentimos inúteis”.
“Mas somos assim. Somos seres humanos complexos. Para que se desesperar?”
quarta-feira, 8 de setembro de 2010
Qual Preço?
qua, 08/09/10
por Paulo Coelho
“O preço de viver um sonho é muito maior do que o preço de viver sem arriscar-se a sonhar?”, perguntou o discípulo.
O mestre levou-o a uma loja de roupas. Ali, pediu que experi¬mentasse um terno exatamente do seu tamanho. O discípulo obede¬ceu, e ficou maravilhado com a qualidade da roupa.
Em seguida, o mestre pediu que experimentasse o mesmo terno – mas de um tamanho muito superior ao seu. O discípulo fez isto.
“Esse não serve. Está muito grande”.
“Quanto custam estes ternos?”, perguntou o mestre ao vendedor.
“Os dois custam o mesmo preço. Apenas o tamanho é diferente”.
Na saída da loja, o mestre comentou com seu discípulo:
“Viver o sonho, ou abandonar o sonho, também custa o mesmo preço, geralmente muito caro. Mas a primeira atitude nos leva a comungar com o milagre da vida, e a segunda não nos serve para nada”.
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