sábado, 29 de maio de 2010

Não sou a mulher maravilha,mas DEUS me fez maravilhosa...

segunda-feira, 24 de maio de 2010

O Leão Apaixonado
Fábula de Esopo

Certa vez um leão se apaixonou pela filha de um lenhador e foi pedir a mão dela em casamento. O lenhador não ficou muito animado com a idéia de ver a filha com um marido perigoso daquele e disse ao leão que era uma honra, mas muito obrigado, não queria. O leão se irritou; sentindo o perigo, o homem foi esperto e fingiu concordava:
_É uma honra, meu senhor. Mas que dentões o senhor tem! Que garras compridas! Qualquer moça ia ficar com medo. Se o senhor quer casar com minha filha, vai ter que arrancar os dentes e cortar as garras.
O leão apaixonado foi correndo fazer o que o outro tinha mandado; depois voltou à casa do pai da moça e repetiu seu pedido de casamento. Mas o lenhador, que já não sentia medo daquele leão manso e desarmado, pegou um pau e tocou o leão para fora de casa.

Moral da história:
Quem perde a cabeça por amor, sempre acaba mal.

segunda-feira, 17 de maio de 2010

Queria tanto saber dizer Era Uma Vez. Ainda não consigo.

Dois anos se passam e eu pensando que já tinha o esquecido,mera ilusão!(quase)Tudo me lembra ele,sábado sem querer achei um cd na qual haviam duas fotos nossa juntos,me deu um apertinho no coração,e quase involuntariamente me pego na rua olhando todas as placas dos carros igual ao dele,pra ver se eu acho o carro dele,acredito que o dia que eu encontrar vou pirar,ou vai acontecer igual aquela música da Maria Gadu com a diva Ana Carolina : " eu chorei sem disfarçar quando vi seu carro passar... " Pra completar,no sábado fiquei escutando um monte de músicas que me lembravam ele..
Confesso que já não choro mais,não tenho mais lágrimas pra chorar.Afinal, são 4 anos chorando por esse homem neh,uma hora as lágrimas secam e as minhas secaram..


AINDA BOTO FÉ DE UM DIA TE TER AO MEU LADO...

quarta-feira, 12 de maio de 2010


não preciso nem dizer tudo isso que eu lhe digo,mas é muito bom saber que você é minha amiga...

quarta-feira, 5 de maio de 2010

Confissão

Não amei bastante meu semelhante,
não catei o verme nem curei a sarna.
Só proferi algumas palavras,
melodiosas, tarde, ao voltar da festa.

Dei sem dar e beijei sem beijo.
(Cego é talvez quem esconde os olhos
embaixo do catre.) E na meia-luz
tesouros fanam-se, os mais excelentes.

Do que restou, como compor um homem
e tudo que ele implica de suave,
de concordâncias vegetais, murmúrios
de riso, entrega, amor e piedade?

Não amei bastante sequer a mim mesmo,
contudo próximo. Não amei ninguém.
Salvo aquele pássaro – vinha azul e doido –
que se esfacelou na asa do avião.